Para profissionais do setor

Este é um convite
para quem trata
venda de energia
como ofício.

Esta página foi escrita para você, que atua no setor de geração distribuída e está avaliando uma nova marca para representar. A gente vai direto ao ponto, porque seu tempo vale mais do que floreio.

O setor de GD compartilhada no Brasil cresceu mais rápido do que a maturidade dos seus canais de venda. A maior parte das empresas da categoria trata o profissional que representa como descartável: credencia em massa, oferece comissão commoditizada, não entrega formação, não constrói comunidade, não sustenta a relação depois dos primeiros meses. O resultado é um canal fragilizado em que nove em cada dez credenciamentos nunca chegam a performar, e em que os que performam se cansam antes de virarem relacionamento duradouro.

A gente viu isso de dentro. Como grupo Involt e Ndalmina, atendemos profissionais do setor há alguns anos — e vimos gente boa desgastar o próprio nome defendendo marca que não tinha lastro, porque a comissão era só o que sobrava. Achamos que isso é caro demais — para o profissional, para o cliente final, e para o setor como um todo.

A OpenGD parte de uma premissa simples: o profissional credenciado não é intermediário. É o ponto mais importante da operação, porque é ele quem encontra o cliente, entende o caso, defende a marca, e sustenta a relação depois que a fatura começa a cair. Se esse ponto é o mais importante, ele não pode ser o mais mal tratado.

Na prática, isso se traduz em quatro coisas que a gente faz e que a maioria dos concorrentes não faz.

Formação técnica real

Quem se credencia com a gente passa por uma trilha de formação que cobre o modelo regulatório (Lei 14.300 e regulação da ANEEL), a operação concreta (o que muda na fatura, como ler um relatório de compensação, como explicar isso a um cliente cético), e os casos específicos dos segmentos que atendemos. Não é treinamento de vendas — é formação de profissional, e o propósito é que você saiba responder qualquer pergunta técnica que o seu cliente fizer, porque nada corrói a venda de energia mais rápido do que um representante que titubeia diante de uma dúvida básica.

Acesso ao mesmo material que o cliente recebe

Você tem acesso, em tempo real, aos mesmos relatórios mensais que os clientes da sua carteira recebem. Isso significa que você pode acompanhar a economia real de cada um deles, antecipar problemas antes que o cliente ligue, e ser a primeira pessoa a perceber quando alguma coisa não está fechando. É a diferença entre representar uma marca e acompanhar uma operação.

Comunidade fechada de credenciados

Os profissionais credenciados pela OpenGD fazem parte de uma comunidade fechada, onde a gente compartilha casos, responde dúvidas técnicas, e publica a newsletter quinzenal do boletim antes de ela ir para o público geral. Não é grupo de WhatsApp de motivação — é espaço técnico, com gente que sabe do que está falando, moderado por quem atende os mesmos clientes que você.

Progressão visível

O credenciamento na OpenGD tem níveis, e esses níveis não dependem só de volume bruto de vendas — dependem também de retenção de carteira e de qualidade do atendimento. Quem constrói relacionamento sério com o cliente sobe mais rápido do que quem só bate meta num mês e some no mês seguinte. Essa escolha é deliberada: a gente prefere crescer com profissionais que ficam do que com profissionais que passam.

Essa relação é de mão dupla, e vale dizer o que a gente espera em troca.

Esperamos que você represente a marca com a mesma seriedade que a gente opera. Isso significa não prometer o que a OpenGD não entrega (por exemplo, desconto maior do que o contratual, ou economia sobre a taxa de disponibilidade, que não é compensável por lei). Significa também não vender nossa marca de forma incompatível com o tom que a gente sustenta — ou seja, sem gritaria, sem urgência fabricada, sem "oferta relâmpago". Se o seu jeito de vender precisa disso para funcionar, provavelmente a gente não é a marca certa para você — e tudo bem dizer isso antes, em vez de descobrir depois.

Esperamos, também, que você trate a carteira que você constrói como sua responsabilidade de longo prazo, não como lista de conquistas pontuais. O cliente que você trouxe continua sendo atendido por você, mesmo meses depois da assinatura. Isso é o que nos permite sustentar a promessa de atendimento pessoal na página voltada ao cliente final — e é o que separa a nossa operação da média do setor.

E esperamos, por fim, que você participe da comunidade ativamente. Não como obrigação, mas porque é lá que a conversa acontece, e é lá que o nível técnico do canal sobe junto. Quem não participa fica isolado, e isolamento é ruim para todo mundo.

A gente não credencia por volume. O processo tem uma etapa de conversa antes do credenciamento formal, e essa conversa serve para dois lados: você entender se o que a gente oferece encaixa na sua forma de trabalhar, e a gente entender se a sua forma de trabalhar encaixa no padrão que queremos sustentar. É um filtro, e ele é deliberado — porque credenciar em massa e esperar que um em cada dez performe é exatamente o modelo que o resto do setor adotou, e é exatamente o modelo que a gente recusa.

Se a conversa encaixa, a partir dali a trilha é formação, primeiro material, acesso à comunidade, e as primeiras apresentações ao cliente com suporte direto da equipe interna. Se não encaixa, a gente diz isso com clareza e não tem ressentimento — provavelmente existe uma marca no setor que é mais adequada ao seu perfil, e a gente prefere não tomar o seu tempo.

Se o que você leu nesta página soa como o tipo de lugar em que você gostaria de trabalhar, a gente quer conversar.

Manda uma mensagem contando rapidamente quem você é, onde atua, e há quanto tempo está no setor. A gente responde em até três dias úteis para marcar uma conversa — nenhum formulário longo, nenhuma seleção automática, nenhuma promessa de comissão antes de a gente se conhecer.

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