Quem somos

Uma gestora de energia
que nasceu de dentro
de uma engenharia.

A OpenGD é uma gestora de energia em geração distribuída compartilhada. Antes de ser uma marca de energia, ela é um desdobramento técnico de duas empresas que já existiam: a Ndalmina Construções, quarenta anos de obra pública auditada, e a Involt Engenharia, referência regional em projetos de geração distribuída. A OpenGD é o que essas duas empresas montaram quando perceberam que o setor precisava de uma gestora com a seriedade de quem já sabia ser auditado.

A história começa numa decisão estranha. Em 1985, um arquiteto recém-formado chamado Nestor Dalmina passou seis meses atravessando o Brasil de moto — do Oiapoque ao Chuí, descendo pelo litoral e voltando pela Transamazônica — para decidir onde abrir sua construtora. A resposta foi Cascavel, a cidade onde ele mesmo havia nascido. A lógica era técnica: o oeste do Paraná era a fronteira agrícola em expansão mais rápida do país, com carência crônica de mão de obra técnica qualificada. A decisão foi acertada. A Ndalmina Construções nasceu ali e, ao longo das quatro décadas seguintes, se especializou em obra pública de pequena e média complexidade — escolas, hospitais, edificações institucionais. O tipo de obra em que o cliente é o estado, a fiscalização é permanente, e cada medição precisa sobreviver ao crivo de um auditor que não conhece você.

Essa é a herança técnica que a OpenGD carrega, e que não se constrói do zero. Uma operação que passou quarenta anos sendo auditada por órgãos públicos não aprende a ser transparente por escolha de marca. Aprende porque não teve alternativa.

Em 2018, Yan Dalmina — filho do fundador, engenheiro eletricista formado pela UFPR, e um dos gestores da Ndalmina — funda a Involt Engenharia. A tese é simples: energia renovável deixou de ser pauta ambiental e virou decisão de infraestrutura, e o oeste do Paraná, com sua base produtiva de agroindústria e comércio, é um dos lugares do país onde essa decisão faz mais diferença. A Involt passa a atuar em projetos de geração distribuída — do dimensionamento de usinas à engenharia de interconexão com a rede da distribuidora — para clientes que queriam gerar a própria energia com padrão técnico compatível com o que a Ndalmina já entregava em obra pública.

É dentro da Involt, atendendo a esses clientes, que a próxima lacuna aparece.

Nem todo cliente de energia pode ou quer instalar a própria usina. A maioria não tem telhado suficiente, não quer imobilizar capital, não quer obra, e não quer ser responsável técnico pela manutenção de equipamento por vinte anos. Para esse cliente, o Marco Legal da Geração Distribuída (Lei 14.300/2022) criou uma modalidade chamada geração distribuída compartilhada: uma usina gera em um lugar, e os créditos de energia são distribuídos, via distribuidora local, para unidades consumidoras em outro lugar. O cliente recebe o desconto sem obra, sem investimento, sem troca de titularidade da fatura.

Operar essa modalidade com seriedade, no entanto, é um problema diferente de construir uma usina. Exige gestão contínua: medição, reconciliação de créditos, relatório mensal para o cliente, conformidade regulatória com a ANEEL, interface com distribuidoras diferentes em estados diferentes, atendimento técnico a quem tem dúvida sobre a própria fatura. É trabalho de gestora, não de construtora nem de escritório de engenharia.

O setor, em vez de criar gestoras à altura dessa demanda, fez o oposto: enchia-se de cooperativas informais, vendendo desconto como se o produto fosse commodity e o cliente fosse descartável. A Involt viu isso de perto, atendendo seus próprios clientes que migravam para esses concorrentes e voltavam reclamando de fatura confusa, defasagem de créditos, atendimento inexistente. Em algum momento a pergunta virou inevitável: se o mercado precisa de uma gestora séria, e a gente já tem quarenta anos de histórico em ser auditado, por que não somos nós?

A OpenGD nasce dessa pergunta. Não é uma startup de energia que precisou inventar credibilidade. É o que a Involt e a Ndalmina montaram quando decidiram que a credibilidade que já tinham podia ser colocada a serviço de um problema novo.

Em termos de produto, a OpenGD entrega o que qualquer gestora de GD compartilhada séria entrega: desconto fixo contratual sobre a energia compensada, sem fidelidade, sem investimento, sem obra, sem troca de titularidade da conta de luz. Nisso, não somos diferentes — e prometer o contrário seria o tipo de retórica que o setor já enjoou.

A diferença está em como isso é operado. Quando você contrata a OpenGD, você está contratando uma gestora cuja operação atende, hoje, unidades da maior rede de farmácias de capital aberto do Brasil — o que significa, na prática, que nossa contabilidade, nossa conformidade regulatória e nossos relatórios mensais passam, todo trimestre, pelo crivo de due diligence de uma empresa listada em bolsa. Esse crivo existe porque essa empresa precisa justificar cada fornecedor em suas demonstrações financeiras públicas. E ele se estende a todos os nossos clientes, não só àquela rede — porque o padrão de operação é um só.

Em números: 930 unidades consumidoras ativas, 93 parceiros geradores, 1,8 milhão de reais em faturas de energia gerenciadas todo mês. A operação acontece no Paraná, sob concessão da Copel-DIS, e no Mato Grosso do Sul, sob concessão da Energisa-MS. Cada cliente recebe, mensalmente, um relatório que permite reconstituir — a partir da própria fatura da distribuidora — o quanto economizou no ciclo. Não o quanto foi prometido no contrato. O quanto aconteceu.

Esse é o padrão que a OpenGD se propõe a sustentar. Não somos a maior gestora do Brasil, e não queremos ser. Queremos ser a mais séria do nosso porte, e ter clientes que escolheram a gente exatamente por isso.

Usina solar OpenGD — geração distribuída no Paraná
930 unidades ativas
R$ 1,8M faturas / mês
93 geradores parceiros

PR + MS · Copel-DIS · Energisa-MS · auditado trimestralmente